terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Patrick Stewart: Amo você!

 Já havia lido um depoimento de Patrick contando sobre violência doméstica (ele foi vítima de violência psicológica/simbólica) no "The Guardian". Agora encontrei dois vídeos sobre o depoimento. Chorei junto, claro!
Um deles (o que vou colocar aqui) é um vídeo feito para a Anistia Internacional. O outro (mais longo) foi numa apresentação sobre o assunto promovida pela Anistia Internacional.

Está em inglês.




Patrick: Amo você, querido! Quer ser um dos/as embaixadores/as da nossa campanha (rs)?

Lutadoras - curta-metragem do México

 Acabei de ler sobre o curta no "El País" e fui assistir! Forte demais, tocante demais.... orgulho dessas mulheres mexicanas, que sofrem como nós a cada dia!!!! Orgulho de ser latina!

No filme, elas relatam as histórias de vida delas, com sofrimento e muita força. O pano-de-fundo é a luta-livre feminina no México, mas daí afloram as humanidades dentro de cada pessoa.

Não consigo colocar aqui o vídeo, mas então, deixo o link do "El País"...

Frases como: " Eu passei a minha vida acreditando que aquele [violência doméstica] era meu destino, porque foi assim que eu aprendi."

"os homens mexicanos acreditam que somos propriedade deles."

Vale a pena ver, são uns 13 minutos só! Lindo!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dia da Tolerância Zero Contra (para com) a Mutilação Genital Feminina



 Dia 06 de fevereiro é o Dia da Tolerância Zero Contra (para com) a Mutilação Genital Feminina!  MGF não é tradição, é crueldade pura!!!!!

Recolhi este artigo que saiu no "El País" e reproduzo na íntegra aqui:

La tradición del 'corte' genital femenino
Un documental, narrado por Meryl Streep, denuncia los efectos de esta terrible práctica a través de afectadas

"Por eso lo llaman cortar al diablo, la parte satánica ha sido extraída y la mujer ya no siente urgencia (sexual) y se queda en casa tranquila". Es una explicación de unos jóvenes en Djibouti en el documental The Cutting Tradition, producido por Safe Hands y FIGO (organización internacional de ginecólogos y obstetras), de las razones de la ablación, que en Djibouti alcanza al 90% de las mujeres. Este sábado se celebra el Día Internacional contra la Mutilación Sexual Femenina.


Otros en su grupo difieren: "es una tradición obsoleta, debemos permanecer tal y como Alá nos creó. Si hubiera un problema, Alá lo habría solucionado. El cuerpo femenino es perfecto y parte de la creación". Narrado por la actriz Meryl Streep, The Cutting Tradition, producido el pasado año, explica los tipos de ablación, desde extirpar parte del clítoris (es el caso del 97% de las mujeres egipcias de entre 15 y 49 años) hasta la amputación de clítoris, labios menores y mayores.


ías tras la operación con rodillas y muslos atados; narra los problemas físicos y psíquicos de la ablación (las mujeres deben ser descosidas para poder mantener relaciones o parir, tras lo cual vuelven a ser cosidas) y lidia con las dos religiones, cristiana y musulmana, que se dan en los 24 países africanos en los que esta práctica es tradicional. Así, en Etiopía, uno de sus imanes dice que la mutilación femenina entra dentro del Islam y especifica que debe ser escindida la parte superior del clítoris (no los labios vaginales), mientras en Egipto, el Gran Mufti Fadilet Al Mofti Ali Gomma, asegura que la práctica es contraria a la religión. En el documental, son en gran parte las mujeres las que explican la tradición y el porqué de su continuidad: "no podemos confiar en las mujeres no circuncidadas", "no hace daño", "así no cuelga como dos hojas, como si fuera un hombre", "no podemos costearnos perfumes y jabones, y de esta forma es limpio y no huele".

También se recogen testimonios de mujeres que se han negado a proseguir con la amputación: "Mi hija lloró durante una semana, cada vez que su marido pretendía mantener relaciones. La vi sufrir tanto que ya no he permitido que hagan lo mismo a mis nietas", dice a la cámara orgullosa una mujer etíope. El documental permite asimismo ver la operación, en una clínica especializada en reconstrucción genital, de una mujer a la que la ablación había dejado un orificio por el que no podía abrirse paso ni la sangre menstrual, sólo la orina. "Necesitamos que los hombres se sumen a la lucha contra esta práctica", explica Degmo Mohamed Isaack, secretaria general del Sindicato de Mujeres de Djibouti, "porque ellos dicen que es cosa de las mujeres, pero ellas lo hacen para complacerlos, porque en caso contrario son rechazadas y no encuentran marido".

Fonte: El País 

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A MENTE APAGA REGISTROS DUPLICADOS

 Carinho na alma, pq a minha anda bem judiada ultimamente:

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo..

Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.

Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:

Nosso cérebro é extremamente otimizado.

Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.

Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.

Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.

Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.

Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.

Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.

Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.

Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).

Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.

Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.

Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.

Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...

ROTINA

A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.

Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.

Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente.

Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!

Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.

E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.

Cerque-se de amigos.

Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?

Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.


E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES di fE rEn tEs !

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...
 
Por Airton Luiz Mendonça
 

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Delara Delabi


 Delara Delabi foi executada em maio passado no Irã com apenas 23 anos de idade. Delara foi presa com 17 anos. Ela e o namorado assaltaram a casa de uma prima, e o namorado esfaqueou a mulher. Delara assumiu a culpa por "amor" ao namorado, para livrá-lo da sentença de prisão. Ela achou que por ser menor, nada lhe aconteceria. Mas, enganou-se...foi presa, condenada à enforcamento em praça pública. Após, ela afirmou que apenas fez o que fez (assumir a autoria) para salvar o namorado...peritos criminais provaram que ela era inocente. Leia mais sobre a história aqui. Neste outro link, tem pinturas de Delara.

Mesmo diante de toda a pressão internacional, Ahmadinejad e o Irã executaram-na. Tem mais uma mulher presa no Irã acusada de espionagem: Roxana Saberi, jornalista iraniano-americana, presa por 8 anos.

Aqui temos Roxana:

 

ATÉ QUANDO?????????? 

10 Things You Can Do to Stop Violence Against Women

Approach gender violence as a MEN’S issue involving men of all ages, socioeconomic, racial and ethnic backgrounds. View men not only as perpetrators or possible offenders, but as empowered bystanders who can confront abusive peers.


If a brother, friend, classmate, or teammate is abusing his female partner – or is disrespectful or abusive to girls and women in general – don’t look the other way. If you feel comfortable doing so, try to talk to him about it. Urge him to seek help. Or if you don’t know what to do, consult a friend, a parent, a professor, or a counsellor. DON’T REMAIN SILENT.


Have the courage to look inward. Question your own attitudes. Don’t be defensive when something you do or say ends up hurting someone else. Try hard to understand how your own attitudes and actions might inadvertently perpetuate sexism and violence, and work towards changing them.
If you suspect that a woman close to you is being abused or has been sexually assaulted, gently ask if you can help.


If you are emotionally, psychologically, physically, or sexually abusive to women, or have been in the past, seek professional help NOW.


Be an ally to women who are working to end all forms of gender violence. Support the work of campus-based women’s centres. Attend “Take Back the Night” rallies and other public events. Raise money for community-based rape crisis centres and battered women’s shelters. If you belong to a team or fraternity, or another student group, organise a fundraiser.


Recognise and speak out against homophobia and gay-bashing. Discrimination and violence against lesbians and gays are wrong in and of themselves. This abuse also has direct links to sexism (e.g. the sexual orientation of men who speak out against sexism is often questioned, as a conscious or unconscious strategy intended to silence them and a key reason few men do so.)


Attend programmes, take courses, watch films, and read articles and books about multicultural masculinities, gender inequality, and the root causes of gender violence. Educate yourself and others about how larger social forces affect the conflicts between individual men and women.


Don’t fund sexism. Refuse to purchase any magazine, rent any video, subscribe to any Web site, or buy any music that portrays girls or women in a sexually degrading or abusive manner. Protest sexism in the media.
Mentor and teach young boys about how to be men in ways that don’t involve degrading or abusing girls and women. Volunteer to work with gender violence prevention programmes, including anti-sexist men’s programmes. Lead by example.


Our thanks to Jackson Katz (http://www.jacksonkatz.com) who has compiled and generously shared this list with the Violence Against Women community.

By The Pixel Project : http://www.thepixelproject.net/the-mens-room/10-things-you-can-do-to-stop-violence-against-women/

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Phill Collins

 Semanas cansativas... contatos pra todo lado...diversas línguas na minha cabeça...ufa! Semana que vem, tem mais, muito mais!!!

Adoro esse homem!!! Com uma canção linda dessas, precisa dizer pq adoro ele???